sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Sonho de um Tarde de Verão

Caminha, caminha!
Não é Pero Vaz
Pero vou, vou.
Sono, sono!
Só n’o vou agora.
A tarde demora
Há chuva lá fora
O dia que chora
Na Rua da Aurora.
Mas sonho por hora
C’a hora do sonho
A hora que é minha
De ir, vir e dormir
E minha neguinha
Deitar a sorrir
Na nossa caminha.


Ode ao sono (Santos, Gibson)
Inspirado no sono que estou ao ver a chuva e ouvir o som hipnótico da água caindo.

Um comentário:

Sal de Andrews disse...

Esse é meu amigo Mel. Poeta engraçado, meu amigo de todas as horas. Muito bom ficou!
Abração
Sal

Quem sou eu

Sou suspeito para falar de mim mesmo. Prefiro dizer que estou trabalhando para ter um bom nome.