
Dizem que Rui Barbosa certo dia surpreendeu um ladrão que saía com seus patos queridos num saco e disse:
-“Bucéfalo! Não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, pois, se galgas minhas profanas por necessidade, transijo. Mas, se é para zombar de minha alta prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica no alto da tua sinagoga, que reduzir-te-á à qüinquagésima potência do que o vulgo nada denomina!”
Ao que o ladrão perguntou:
-“Dotô, é pra levá ou deixá os pato?”
-“Bucéfalo! Não é pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, pois, se galgas minhas profanas por necessidade, transijo. Mas, se é para zombar de minha alta prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica no alto da tua sinagoga, que reduzir-te-á à qüinquagésima potência do que o vulgo nada denomina!”
Ao que o ladrão perguntou:
-“Dotô, é pra levá ou deixá os pato?”
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