A felicidade é como a gotaDe orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila
E cai como uma lágrima de amor
(“A felicidade” - Vinícius/Jobim)
Estava pensando ontem no trecho da música acima e conectando com outras idéias. Certa vez vi uma reportagem onde uma pessoa dizia que “a ansiedade nos faz desperceber o detalhe”, e isso é verdade. A capacidade de perceber o detalhe exige esforço, atenção, afinal, como redundou poeticamente Roberto Carlos, eles são "tão pequenos". Ainda mais, exige uma condição interior, paz interior que nos permita valorizar ou olhar mais de perto o que nos cerca. Muitas vezes buscamos a felicidade julgando que ainda não a possuimos ou que ela está longe, e, na realidade ela é uma ‘gota de orvalho numa pétala da flor’ que sempre esteve à nossa frente.
Lembra da frase “eu era feliz e não sabia”? Pois é. Meditar um pouco mais nas razões que temos para pular de alegria e agir de modo sábio é a ordem do dia, para que não venhamos amanhã a dizer dos dias que virão “não tenho agrado neles.” – Ecl.12:1; Isa.48:18.
(“A felicidade” - Vinícius/Jobim)
Estava pensando ontem no trecho da música acima e conectando com outras idéias. Certa vez vi uma reportagem onde uma pessoa dizia que “a ansiedade nos faz desperceber o detalhe”, e isso é verdade. A capacidade de perceber o detalhe exige esforço, atenção, afinal, como redundou poeticamente Roberto Carlos, eles são "tão pequenos". Ainda mais, exige uma condição interior, paz interior que nos permita valorizar ou olhar mais de perto o que nos cerca. Muitas vezes buscamos a felicidade julgando que ainda não a possuimos ou que ela está longe, e, na realidade ela é uma ‘gota de orvalho numa pétala da flor’ que sempre esteve à nossa frente.
Lembra da frase “eu era feliz e não sabia”? Pois é. Meditar um pouco mais nas razões que temos para pular de alegria e agir de modo sábio é a ordem do dia, para que não venhamos amanhã a dizer dos dias que virão “não tenho agrado neles.” – Ecl.12:1; Isa.48:18.
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